quarta-feira, 6 de novembro de 2019

SÓ SE MORRE DUAS VEZES




 SÓ SE MORRE DUAS VEZES


Em 1805, a saúde de Joseph Haydn é tão frágil que os diários parisienses publicam como notícia o que é só um rumor: o grande compositor morreu. Quando Haydn se inteira de que o Instituto Nacional tinha mandado celebrar uma missa de defuntos em sua honra, lamenta-se, com humor, que não tivessem pensado em convidá-lo.




in “Crónica da Música”
 




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